Saiba tudo sobre liquidez de investimentos imobiliários

Aplicações financeiras existem nas mais variadas modalidades para fazer seu dinheiro render e seu patrimônio crescer, conforme seus objetivos e, claro, seu perfil de investidor. Mas, antes de investir, é muito importante compreender questões como a liquidez de investimentos imobiliários e de que forma isso influencia nas suas metas.

Todo investimento, seja de renda fixa ou variável, apresenta riscos, com as devidas proporções. Por isso, é essencial que você faça uma análise de cada opção para que, então, decida aplicar o seu dinheiro. Entender o que é melhor para você é o primeiro passo para manter a sua saúde financeira.

No caso do mercado imobiliário, o investimento pode ser bem variado, inclusive com a compra de um imóvel em si. Além disso, há também a possibilidade dos fundos, entre outras modalidades que façam sentido para a sua carteira.

De toda forma, seja qual for a sua escolha, a liquidez é um dos primeiros pontos a serem analisados. É justamente sobre isso que você vai aprender com esse texto. Então, continue a leitura!

O que é liquidez?

Quando decidimos fazer um investimento, na prática, estamos transformando o dinheiro em um ativo, em suas mais diversas formas, como ações, cotas, entre muitas outras. Por exemplo, a compra de um imóvel é uma troca de uma quantia por aquele apartamento, casa, escritório etc.

Com isso, a liquidez significa a agilidade em reaver o investimento em forma de dinheiro. Em outras palavras, ser proprietário de um apartamento é uma forma de investir, mas o dinheiro que representa esse imóvel pode não ser facilmente e rapidamente recuperável.

Geralmente, o termo vem acompanhado das palavras “baixa” ou alta”. O caso acima da compra de imóvel representa uma característica de baixa liquidez, mas vamos detalhar esse assunto mais adiante no texto. Antes disso, é importante entender um pouco mais sobre o tal risco de liquidez.

Risco de liquidez e outros riscos do mercado

Independentemente de qual seja o investimento, é essencial ficar de olho no risco de liquidez, que significa a chance de não conseguir retorno dessa aplicação, quando assim desejado.

Prejuízo é uma palavra que assusta nesse cenário e, por isso, é fundamental prevenir esse infortúnio, por meio da compreensão da liquidez de investimentos imobiliários e outros ativos.

Ou seja, aqui estamos falando da agilidade de transformar ativo em dinheiro, algo tão importante quanto a valorização do próprio montante investido.

Como é a liquidez nos investimentos imobiliários

A liquidez de investimentos imobiliários varia conforme o tipo de aplicação. A seguir, confira algumas dessas diferenças.

Compra de imóvel – baixa liquidez

A compra de apartamento – inclusive na planta – para revender ou, então, obter renda por meio do aluguel é considerada um investimento imobiliário de liquidez baixa.

Isso significa que a agilidade para transformar o ativo em dinheiro não é intensa, uma vez que pode levar um tempo considerável, meses ou até anos, para que ocorra a venda ou que alguém alugue o lugar.

FIIs – alta liquidez

Fundos de Investimentos Imobiliários (FIIs) são estratégias já muito consolidadas de valorização do dinheiro, em que investidores compram cotas de imóveis. Esse tipo de aplicação se assemelha, de certa forma, ao mercado de ações.

Um dos pontos mais atrativos para os FIIs é a alta liquidez, isto é, a agilidade para transformá-los em dinheiro. Isso se deve pela negociação na própria bolsa de valores, o que remete a uma característica muito ágil e fluida, certo?

Em outras palavras, caso necessite, o investidor pode vender suas cotas e, assim, receber seu investimento.

CRIs – baixa liquidez

Os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) são títulos securitizados – a receber – de renda fixa. Empresas podem emitir tais certificados como forma de financiamento de empreendimentos.

Como são negociações de companhias, não de bancos, apresentam maior risco, mas, por outro lado, mais possibilidade de retorno.

A liquidez desse tipo de investimento imobiliário é baixa, uma vez que os CRIs têm um vencimento no longo prazo. Por isso, é interessante considerar essa forma de aplicação se os planos são de resgate em vários anos.

LCIs – baixa liquidez, mas há opções

As Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) são aplicações muito comuns na renda fixa, relacionada ao financiamento de imóveis. Além do rendimento ser mais interessante que outras modalidades, as LCIs têm a grande vantagem de isenção de imposto de renda.

Geralmente, essa é uma opção também de longo prazo, o que já dá indícios de que a liquidez é baixa. Por outro lado, alguns bancos oferecem liquidez de investimentos imobiliários em prazos mais curtos, como 60, 90 ou 180 dias, por exemplo.

Mas, ainda assim, é fundamental ficar de olho se essa é a melhor alternativa para o seu planejamento financeiro.

Investimento coletivo – baixa liquidez, mas há opções

O investimento coletivo, como oferecido na Vangardi, vem se tornando uma das formas mais atrativas de valorização do dinheiro, uma vez que consegue alcançar rendimentos de até 15% ao ano.

Também chamada de equity crowdfunding, essa modalidade é uma maneira de aplicar no mercado imobiliário, sem necessariamente comprar um imóvel.

Em termos de liquidez do investimento imobiliário, o retorno se dá no prazo acordado, mas é válido ressaltar que isso costuma ser entre 12 e 24 meses, apenas. Isto é, apesar de a liquidez não ser diária, o prazo para reaver o dinheiro é mais curto que algumas LCIs e CRIs.

Além disso, a modalidade tem apresentado ainda outras formas de pagamento. Em certas captações, é possível que o investidor opte por receber uma parcela de seus juros mensalmente e, o principal, ao final!

Assim, mais uma alternativa que pode facilitar e encaixar melhor em diferentes tipos de objetivos e carteiras.

Caso necessite de liquidez imediata, o investidor pode vender sua cota antes do prazo para outra pessoa que conheça que tem interesse. É uma negociação direta entre investidores, e a Vangardi fornece o contrato para tal.

Por que o seu perfil do investidor importa

É interessante observar que essas diferenças de modalidades, bem como de liquidez de investimentos imobiliários, têm a ver com a relação de retorno x risco. Em linhas gerais, quem está aberto a arriscar mais, tende a receber mais em troca disso.

Porém, essa decisão depende do seu perfil de investidor e do momento em que você se encontra. O que queremos dizer é que as fases de vida variam bastante, isto é, uma pessoa em início de carreira não tem exatamente os mesmos objetivos que alguém que está quase se aposentando, certo?

As necessidades e os desejos que envolvem dinheiro, como planos para viajar, para estudar, comprar carro, imóvel, entre muitos outros, são influenciadas pela etapas da vida.

Aprenda sobre o seu perfil

Por isso, procure saber qual é o seu perfil de investidor. Há diversos questionários na internet que te ajudam a descobrir isso. As próprias instituições financeiras também aplicam formulários que visam entender qual modalidade é a melhor para você, levando em conta seus objetivos e, com isso, a liquidez mais interessante.

Mas algo relevante de se ter em mente é a diversificação da carteira. Isto é, um mesmo investidor pode aplicar em investimentos de alta e de baixa liquidez, conforte tipos diferentes de metas.

Em outras palavras, se o plano é comprar um carro daqui um ano ano, a forma de investir deve ser diferente do planejamento de ter uma renda complementar para a aposentadoria daqui 20 anos.

Conclusão

A liquidez de investimentos imobiliários é um fator que precisa ser analisado por todo tipo de investidor, do mais ao menos conservador. É primordial ficar atento com relação aos riscos e as possibilidades de ganhos, de forma a encontrar a modalidade que mais se encaixe com seus objetivos.

Para conhecer oportunidades de investimento coletivo, clique aqui.

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