Financiamento de obra: quais as formas de fazer isso?

O financiamento de obra é a parte mais decisiva da execução de um projeto. Afinal, sem receita, não há construção que possa virar realidade, certo?. A boa notícia nesse contexto é que existem maneiras diferentes de financiar, de forma a beneficiar os mais variados contextos e empreendimentos.

Construtoras e incorporadoras podem ter recursos próprios para construir, mas nem sempre o montante está disponível em sua totalidade. Ou seja, financiar é necessário e possível em muitas situações.

Das formas mais tradicionais às mais inovadoras, a empresa pode identificar o tipo de financiamento para obra que mais se encaixa à sua realidade. Isto é, desde o crédito bancário ao investimento coletivo, há opções disponíveis no mercado para os projetos.

Agora, qual é a melhor forma de fazer isso? Quais alternativas são as mais indicadas? Nesse texto, você irá descobrir cinco exemplos. Vamos lá!

Quais os desafios do financiamento de obra

O setor imobiliário vem enfrentando desafios ao longo dos últimos anos. As consecutivas quedas no mercado estavam prontas para dar espaço para o fôlego previsto para 2020.

De fato, no fim de 2019, o cenário estava apresentando perspectivas de crescimento, inclusive com mais contratações na construção civil.

Entretanto, com a pandemia de covid-19, o contexto precisou se adequar a incertezas. De toda forma, em termos de financiamento de obra, é possível encontrar possibilidades reais para a execução de empreendimentos.

Por exemplo, é importante lembrar que o próprio governo lançou medidas favoráveis a isso. A Caixa Econômica Federal liberou R$ 43 bilhões em linhas de crédito para financiamento.

5 exemplos de financiamento de obra

O que mencionamos acima sobre a Caixa é exemplo de que existem caminhos atuais para projetos, de forma a beneficiar quem está na venda, na compra e também no investimento.

Podemos dizer que, apesar do novo coronavírus, há, sim, caminhos para que projetos mantenham-se ativos. A economia relativa ao setor imobiliário pode continuar girando por meio de algumas possibilidades de financiamento de obra. A seguir, você conhecerá cinco delas.

1. Crédito bancário

Quando precisamos de empréstimo ou financiamento para alguma obra ou projeto, a maneira mais tradicional é recorrer a uma das principais fontes de crédito, comum em todo o mundo, não é mesmo?

Não resta dúvidas de que o crédito bancário seja, portanto, a maneira mais comum para financiar empreendimentos na construção. Ou seja, se bancos são representações comuns para empréstimo pessoal, naturalmente seriam para pessoas jurídicas, construtoras e incorporadoras.

Nesse caso, podemos considerar empreendimentos que precisam desse aporte para começar. Isto é, com o capital disponibilizado pela instituição financeira, a construtora poderá aplicá-lo de forma a dar andamento à cobra.

Em outras palavras, ela poderá arcar com custos de aquisição de terreno, registro, incorporação e outras documentações, bem como mão de obra, materiais, entre inúmeras outras.

Mas vale lembrar que o empréstimo é concedido conforme uma avaliação de quem o solicita. Ou seja, é necessária uma aprovação da análise de crédito para que o construtor tenha acesso ao recurso. E, então, tudo é formalizado por meio de contrato que determina como será a quitação e os juros para pagar pelo dinheiro da obra.

Veja cases de sucesso de construtoras que captaram com a Vangardi

2. Vendas na planta

Uma forma muito utilizada para financiamento de obra é por meio das vendas na planta, que consiste justamente na comercialização do empreendimento antes mesmo que seja construído.

Essa modalidade pode ser bem interessante tanto para a construtora, que não precisa arcar com taxas de juros como seria com o crédito bancário, quanto para o comprador. Isso porque o valor do imóvel na planta costuma ser consideravelmente menor, em comparação com o construído.

Como vai obter os recursos de forma adiantada, a construtora ou incorporadora precisa dar garantias de que irá executar a obra. Isso pode ser feita por meio da incorporação imobiliária, por exemplo.

Além disso, nesses – e em outros – casos, estratégias de vendas e marketing digital são primordiais para a viabilidade do projeto. Afinal, sem fechar negócios, a construção corre o risco de não ser finalizada. Outro ponto importante de ser destacado é o tempo previsto para conclusão, que nem sempre atende o comprador.

3. Permutas

Permutas são tipos de financiamento de obra muito recorrentes no mercado da construção civil e dizem respeito à etapa de compra do terreno. Geralmente, elas podem ser financeira e física.

Em linhas gerais, essa forma de financiar obra é quando o “preço” pago pelo empreendimento é o próprio terreno. Ou seja, o dono da área em questão recebe o imóvel em troca. Isso é o que acontece na permuta física.

No caso da permuta financeira, cabe à construtora ir repassando, em parcelas acordadas, o valor ao dono do terreno. Em outras palavras, a diferença básica é que, no primeiro, o pagamento pelo financiamento é o projeto em si, após sua conclusão, enquanto o outro é o dinheiro obtido pelas vendas do empreendimento.

4. “Family and friends”

Quem não tem capital próprio, mas tem oportunidade de usufruir dos recursos da família, pode apostar numa forma de financiar obras. “Family and friends” é o termo usado para essas situações, justamente por destacarem que o financiamento é entre pessoas próximas.

Não é à toa que essa modalidade é mais comum entre construtoras de menor porte, mais familiares. Os acordos podem ser formais, com contrato referente à execução da obra, sua viabilidade, o planejamento, entre outros pontos relevantes para levantar o investimento.

Vale lembrar que investir no mercado imobiliário é uma prática muito comum para determinados investidores. Portanto, dependendo da oportunidade, um projeto de família pode ter bons frutos a partir disso.

5. Plataformas de investimento coletivo

O investimento coletivo, conhecido como equity crowdfunding, é justamente a área de atuação da Vangardi. Essa modalidade representa uma opção de financiar coletivamente uma obra, ou seja, unir diversos investidores.

O raciocínio é semelhante ao das tradicionais “vaquinhas”, mas muito mais profissional que elas, claro. Para os investidores, torna-se uma possibilidade de retornos consideráveis – acima de 10% ao ano.

Para buscar esse tipo de financiamento de obra, a construtora lança uma oferta pública e, assim, quem investe torna-se um credor. É importante lembrar que o investimento coletivo é uma maneira de participar ativamente do mercado financeiro. Assim, a construtora traz para impulsionar seu projeto cerca de 30 até 150 investidores!

Isso amplia as chances também para pequenos investidores, que estão buscando formas de diversificar a carteira e equilibrar com as aplicações mais tradicionais.

Veja e entenda 7 vantagens para empresas que captam recursos via investimento coletivo

Com isso, essa alternativa tem sido uma evolução tanto para quem precisa construir quanto para quem está buscando alternativas mais interessantes de valorização do dinheiro.

Para quem busca crédito, uma das vantagens está em lidar com menos burocracias, ao mesmo tempo em que garante o profissionalismo da operação. Afinal, o investimento coletivo é regulamentado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Avalie as formas para financiar sua obra

Com as informações que você obteve por meio desse texto, é possível que as opções de financiamento de obra estejam mais claras agora, não é mesmo?

Das mais tradicionais, como o crédito bancário, às mais inovadoras, como o investimento coletivo, modalidades hoje existem para diversas realidades. Agora, cabe avaliar o seu contexto e as possibilidades para financiar.

Como apresentamos no tópico anterior, a Vangardi atua com o investimento coletivo, que tem sido uma oportunidade válida para a valorização do dinheiro e, portanto, atrativa para inúmeros perfis de investidores.

Além disso, a prática também contribui para o investimento na economia real, uma vez que possibilita a execução de empreendimentos que podem gerar retornos para a sociedade.

Para saber como captar recursos para seu projeto, acesse abaixo:

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